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Gugu Liberato / Irmão mais velho!

Ex-integrante do grupo Dominó conta que Gugu Liberato foi importante em sua carreira: “Mudou a minha vida”

Afonso Nigro falou que Gugu era responsável e se tornou um irmão mais velho

Redação Contigo! Publicado em 28/11/2019, às 12h39

Afonso Nigro falou que Gugu era responsável e se tornou um irmão mais velho - Reprodução/Instagram
Afonso Nigro falou que Gugu era responsável e se tornou um irmão mais velho - Reprodução/Instagram

Afonso Nigro, ex-integrante do grupo Dominó, contou em entrevista ao Balanço Geral nesta quinta-feira (28)  como Gugu liberato foi importante para o início de sua carreira. O produtor musical que foi um sucesso nos anos 90, falou detalhes de como o apresentador o ajudou a crescer no ambiente musical e pessoal. Além disso, Afonso falou tudo o que aprendeu com Gugu e que isso foi essencial para ele ser quem é hoje:

"Eu nem sabia que cantava”, disse Afonso. “Fiz um teste para entrar no grupo, que ainda não tinha nome, e se não fosse por aquele dia eu poderia ter trilhado outro caminho de vida. O Gugu mudou a minha vida da água para o vinho.”

Afonso que começou na carreira artística muito novo, com apenas 14 anos, listou o que aprendeu com Gugu Liberato naquela época:

“O que eu aprendi foi a ter disciplina, profissionalismo, correção. Para chegar àquele momento de glória no palco, são muitas horas de trabalho suado.”

O grupo conseguiu muita visibilidade para os integrante, que realizaram diversos trabalhos além da música. Como os filmes com Os Trapalhões e Gugu Liberato:

“A gente fez cinco filmes com Os Trapalhões, o Gugu participou de dois deles. Enquanto a gente dava risada, o Gugu era o cara que puxava a orelha: 'Decorou o texto? Não fica voltando toda hora não’.”

Afonso contou que ao trabalhar com Gugu Liberato descobriu como ele era responsável e se tornava um irmão mais velho para o produtor musical:

“Na época, a gente podia até ficar chateado, mas aquilo fez o profissional que eu sou hoje. Esses ensinamentos estavam sendo dados com muita seriedade. Ele era como um irmão mais velho, que alertava que não era brincadeira não”, completou. “ "Eu carrego isso até hoje e uso muito porque riscou meu cérebro, a forma como eu preciso ser profissional - que a carreira artística é como a de qualquer outro. Precisa de muito trabalho para chegar nos aplausos. Não é só farra.”