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Famosos / EMOÇÃO

"Essa sou eu": filha de Tadeu Schmidt comoveu a internet ao falar de sua sexualidade

Valentina Schmidt, de 19 anos, se tornou referência nas redes sociais e ganhou mais de 10 mil seguidores; veja

Redação Contigo! Publicado em 12/01/2022, às 09h39

"Essa sou eu": filha de Tadeu Schmidt comoveu a internet ao falar de sua sexualidade - Reprodução/Instagram
"Essa sou eu": filha de Tadeu Schmidt comoveu a internet ao falar de sua sexualidade - Reprodução/Instagram

Aos 19 anos, a jovem Valentina Schmidt, filha do apresentador Tadeu Schmidt, está fazendo sucesso nas redes sociais. Ela é conhecida por falar abertamente sobre sua vida pessoal e por ter exposto sua identidade fluida. No ano passado, ela comoveu os fãs com o desabafo.

Hoje, ela é seguida por mais de 10 mil fãs que querem conhecer mais sobre a menina que se identifica como queer, uma identidade no qual a pessoa não se encaixa nas definições padrões de sexualidade e identidade de gênero.

“Por anos, tive muita dificuldade em me aceitar e me amar, e isso bloqueava de certa forma meu amor por outras pessoas”, disse ela quando contou sua história em junho de 2021 em uma declaração que repercutiu na imprensa e nas redes sociais.

“Então, depois de anos em dúvida, cheguei numa conclusão da qual me orgulho e finalmente me sinto confortável: sou queer, ou seja, no meu caso, minha orientação sexual e atração emocional não correspondem à heteronormatividade. Eu me amo e amo todes vocês. Essa sou eu. Simples assim”.

REVELAÇÕES

Agora comandante do Big Brother Brasil, principal produto comercial da Globo, ele também é pai de Laura, de 17 anos.  Completando duas décadas muito bem casado, ele inclusive contou nas redes sociais porque ele e a esposa não estão mais usando alianças. Ele contou que os dois retiraram a joia para ajudar na higienização das mãos no período da pandemia. "Desde o início da pandemia, nossas alianças foram para um quadradinho na minha gaveta de coisinhas. Optamos por ficar sem elas pra facilitar a lavagem das mãos. Alguém aqui também fez isso?", disse ele que afirmou que sente falta.

"De vez em quando, me pego batucando o dedo da aliança na mesa (como costumava fazer para ouvir o barulho do metal na madeira) mas agora a aliança não tá lá... De vez em quando, passo o dedo por onde a aliança estaria e sinto um vazio muito esquisito. Ainda bem que é apenas a falta de um objeto. E isso, a gente resolve assim que a gente puder lavar as mãos menos de quinhentas vezes por dia", continuou ele.