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Eliana lamenta morte de bebê após doença grave: 'Até quando?'

Apresentadora desabafa ao receber notícia da morte de bebê: 'Levou mais um bebê pro céu'

Redação Contigo! Publicado em 07/06/2019, às 12h06 - Atualizado em 07/08/2019, às 17h47

Eliana - Reprodução
Eliana - Reprodução

A apresentadora Eliana fez um desabafo ao receber a notícia de que mais um bebê morreu após luta contra uma doença grave.

Ela usou as redes sociais para lamentar a perda do bebê Derick, que tinha Atrofia Muscular Espinhal (AME), e partiu na última quinta-feira (6).

“A AME levou mais um bebê pro céu. Até quando?! Meus sentimentos à família do pequeno Derick”, informou ela na web.

A família do garotinho compartilhou a rotina dele na web em um perfil com 35 mil seguidores no Instagram. Inclusive, foi por meio desta conta que eles informaram a morte dele.

“É com muita dor no coração que venho informar que nosso guerreiro e amado faleceu, e que agora brilha lá no céu”, escreveram.

Nos comentários, a apresentadora tentou consolar os pais. “Pais amados e dedicados, vocês foram um exemplo de fé e esperança. Meus mais profundos sentimentos. Que Deus tranquilize seus corações na certeza de que vocês fizeram sempre o melhor para o pequeno Derick”.

OUTRA DESPEDIDA

No mês passado, Eliana emocionou os fãs ao publicar uma homenagem para uma bebê que faleceu após lutar contra a AME, atrofia muscular espinhal. 

Em uma publicação nas redes sociais, ela lamentou o drama vivido por uma mãe.

“Meu Deus…mais uma criança se foi por causa da AME (Atrofia Muscular Espinhal). Que Deus conforte esta mãe e toda a família”, disse ela.

Mãe de dois, o primogênito Arthur e a caçulinha Manuela, Eliana é envolvida em causas sociais e sempre usa as redes sociais para ajudar outras mamães. Recentemente, ela publicou um tocante desabafo no Dia Mundial de Combate à Doenças Raras.

“Aproveito pra lembrar de uma causa que se tornou muito importante pra mim e pela qual venho batalhando há mais de um ano: ajudar as crianças com AME (atrofia muscular espinhal), uma doença fatal quando não tratada. A única esperança é o Spinraza, um medicamento caríssimo e que ainda não está no SUS. A Mayla e a Lele são exemplos de crianças que evoluíram muito com o tratamento adequado, que deveria estar disponível para todos. Quero agradecer aos que me ajudaram e me ajudam até hoje, e também fazer o meu apelo ao Ministério da Saúde para que essa inclusão aconteça o quanto antes”, afirmou em uma publicação.