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Tonico Pereira expõe sofrimento para diminuir o consumo de cigarro: "Me dói"

Tonico Pereira expõe sofrimento diário para tentar diminuir o consumo de cigarro após deixar o hospital

Redação Contigo! Publicado em 16/06/2022, às 17h58

Tonico Pereira abriu o coração para falar sobre seu vicio em cigarro - Daniel Delmiro/AgNews
Tonico Pereira abriu o coração para falar sobre seu vicio em cigarro - Daniel Delmiro/AgNews

Na manhã desta quinta-feira (16), Tonico Pereira foi fotografado trabalhando no brechó que administra em Botafogo, bairro do Rio de Janeiro. O veterano deixou o hospital há seis dias após receber alta e continua se recuperando de uma traqueobronquite, que lhe fez ficar dez dias internado.

Em entrevista à Quem, o ator contou que está sofrendo para diminuir a quantidade de cigarros que fuma. "Como toda a recuperação, é sacrificante. Estou tomando os antibióticos em casa e me sinto melhor. A abstinência de cigarro é o que me dói. Eu fumava muito, muito", lamentou o famoso.

Em seguida, o veterano deu detalhes do problema de saúde que lhe fez ficar internado. "A inflamação dos brônquios veio depois da diverticulite. Não adotei novos hábitos. Eu adoro ficar sozinho e lá [no hospital] eu ficava sozinho. Era bom pra caramba. Tinha todo o atendimento da equipe médica e de enfermagem. Sobrevivi bem à solidão".

Tonico Pereira explicou ter conseguido ficar sem o cigarro durante o período em que estava no hospital, mas sua grande luta é o vontade que lhe persegue durante o dia a dia. "Lá, sim. No hospital, segui [recomendações médicas]. Fiquei rebelde em alguns momentos por causa da falta de cigarro, mas consegui resistir. Lá, eu não fumei nenhuma vez", explicou.

BRUNA LINZMEYER PEDE MAIS REPRESENTATIVIDADE LÉSBICA

Bruna Linzmeyer resolveu criticar a falta de representatividade lésbica na televisão durante uma entrevista. A atriz, que namora a DJ Marta Supernova, também frisou sobre a importância de dialogar com as populações trans e não binárias em narrativas audiovisuais.

“Nós temos falado muito sobre gênero, mas existem outras pautas também que precisam ser discutidas, como a maternidade lésbica, saúde da mulher lésbica, entre outras. Ainda sinto muita falta de narrativas lésbicas, sapatrans, ou não bináries no mundo”, contou ela, em entrevista à Glamour.