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Famosos / DESABAFO

Patrícia Abravanel gera polêmica ao justificar comentários preconceituosos: "Eu preciso ser ensinada"

Apresentadora disse que é "difícil" educar os filhos e pediu compreensão por ter uma educação conservadora

Redação Contigo! Publicado em 01/06/2021, às 11h29

Patrícia Abravanel gera polêmica ao defender intolerância e preconceito em seu programa: "Eu preciso ser ensinada" - Reprodução/Instagram
Patrícia Abravanel gera polêmica ao defender intolerância e preconceito em seu programa: "Eu preciso ser ensinada" - Reprodução/Instagram

A apresentadora Patrícia Abravanel deu uma opinião polêmica durante o Vem Pra Cá, seu programa exibido nas manhãs do SBT.

Ela repercutiu as críticas sofridas pelo ator Caio Castro e pela influenciadora Rafa Kalimann após compartilharem um vídeo de um pastor com falas consideradas homofóbicas.

"Eu acredito que nós mais velhos, que fomos educados por pais conservadores, a gente está aprendendo, se abrindo", declarou ela que pediu que seja respeitada pela comunidade."É um direito das pessoas respeitarem, porque não ter opiniões diferentes, mas tudo bem. Tudo é muito polemizado, tudo é muito enfatizado", afirmou.

Ela seguiu desabafando e revelou dificuldades para educar os filhos diante da diversidade.

"Eu não acho que a Rafa Kalimann e o Caio Castro são homofóbicos, ele só foram educados de outra maneira. Assim como como o LGBGDPQYH [a sigla correta é LGBTQI+] querem o respeito, eles tem que ser mais compreensivos com quem ainda não entende direito, estão abrindo pra isso. É muito difícil educar filho e falar sobre isso, sabia? É difícil, como falar? A gente não sabe lidar, tem que ter respeito e compreensão, por diálogo, conversa", declarou.

Colega de emissora, Gabriel Cartolano alertou a apresentadora sobre os riscos de sua fala.

"Quando você nasce é um direito seu ser. Quando você adota esse discurso, acaba seguimento mais", declarou. 

Ela então seguiu pedindo que seja orientada. "Eu preciso ser ensinada, aprender como vou falar para os meus filhos. Como pais vamos amar independente da orientação sexual deles", declarou.

A fala gerou muitas críticas nas redes sociais. Vale lembrar que o Brasil é o país mais violento com a comunidade LGBTQI+ no mundo. Segundo relatório divulgado pelo Grupo Gay da Bahia (GGB), em 2019 foram registrados no país 329 mortes violentas, sendo 297 homicídios e 32 suicídios - o maior número oficial registrado no mundo.