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Carla Vilhena se choca com machismo em estádios de futebol e desabafa: "Ódio"

Carla Vilhena se choca nas redes sociais ao refletir sobre o machismo nos estádios de futebol e desabafa com internautas sobre o tema

Redação Contigo! Publicado em 18/07/2022, às 16h28

Carla Vilhena lamentou o machismo sofrido pelas mulheres em estádios de futebol - Reprodução/CNN
Carla Vilhena lamentou o machismo sofrido pelas mulheres em estádios de futebol - Reprodução/CNN

Carla Vilhena desabafou nesta segunda-feira (18) nas redes sociais sobre uma situação que se poupou a viver. Ao recusar um convite do marido para assistir a um jogo de futebol, a jornalista se blindou de comentários machistas feitos no local, relatados pelo amado ao voltar para casa.

"Vamos falar de mulheres no estádio? Meu marido foi ontem ao jogo do Fluminense no Morumbi. Cheguei a pensar em ir, mas estava cansada. Quando ele chegou, me disse: 'Ainda bem que você não foi, pois as mulheres presentes eram xingadas pelas duas torcidas'", iniciou a apresentadora.

Em seguida, ela deu detalhes das ofensas que diversas mulheres ouviram gratuitamente apenas por estarem ocupando seu devido espaço. "Ele próprio já adiantou: 'Elas não estavam fazendo nada, nem vestidas diferente dos homens. Xingadas apenas por ser mulheres'. Até quando? O futebol é um 'espaço masculino'? A ousadia de invadi-lo custa a nós ter que ouvir gritos de 'pir*nha', apenas por estar ali?".

"Lamento que contra isso não haja punição. O clube não é punido, agressores não são processados, a polícia não faz nada, ninguém nem comenta. Ninguém se choca. Mas eu lembro: toda violência começa COM DISCURSOS DE ÓDIO. É o primeiro passo. O que explica muita coisa", concluiu Carla Vilhena, clamando por justiça.

LUANA PIOVANI EXPÕE REJEIÇÃO A FAZER NOVELAS NO BRASIL

A atriz Luana Piovani fez um desabafo sincero nas redes sociais sobre a estreia nas novelas portuguesas nesta segunda-feira (18). Feliz da vida, ela revelou que passou a vida rejeitando a ideia de fazer folhetins no Brasil.

"A vida toda fugi das novelas no Brasil e minha mãe sempre quis que eu as fizesse. Torcia para que eu assinasse contrato longo e me achava uma 'doida' em não querer o que a classe toda (tô exagerando, vai, uns 80% dos artistas) desejava", contou.