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Vera Fischer se emociona ao relembrar seus trabalhos no teatro: “O meu amor é imenso”

Atriz relembrou até mesmo o papel em que conheceu o primeiro marido, morto em 2009

Redação Contigo! Publicado em 27/03/2019, às 14h39 - Atualizado em 07/08/2019, às 17h46

Vera Fischer - Reprodução/Instagram
Vera Fischer - Reprodução/Instagram

Nesta quarta-feira (27), se comemora o Dia Mundial do Teatro e a atriz Vera Fischer se mostrou muito feliz e agradecida à profissão.

Hoje, dia 27 de Março, se comemora o dia mundial do teatro. Me lembro muito bem da primeira peça que eu fiz. Foi em 1983 e se chamava ‘Os Desinibidos’, que eu fiz com Perry Salles e era da autoria de Roberto Athayde. Era uma comédia muito maluca e surreal, meio musical, difícil à beça, mas que recebeu boas críticas.”, começou a atriz falando um poucos de seus trabalhos.

A atriz chegou a ser casada com Perry que faleceu em 2009.

“Já a segunda peça, ficou três anos em cartaz, (iniciou-se em 1984) e se chamava ‘Negócios de Estado’, de Louis Verneuil, uma comédia sofisticada e deliciosa, com figurinos deslumbrantes de Kalma Murtinho. Claro que não consigo postar fotos de todas as peças que fiz, mas aí vão mais algumas.”.

“’Gata em Teto de Zinco Quente’, de Tennesse Williams, um excelente drama comÍtalo Rossi e Floriano Peixoto, também um grande sucesso. ‘Desejo’, de Eugene O'Neill, uma tragédia barra pesada, maravilhosa, com Juca de Oliveira e Guilherme Fontes, ficou anos em cartaz.”

“’Mach luth’, de William Shakespeare, mega produção, trabalho belíssimo de todos, direção de Ulysses Cruz, eu fazia a rainha perversa ao lado de Antônio Fagundes. Grande sucesso. ’A Primeira Noite de um Homem’, peça dirigida por Miguel Falabella, com Armando Babaioff e Rafaela Fischer, fez tournée pelo Brasil inteiro.”.

“’Porcelana Fina’, de Georges Feydeau, era uma comédia rasgada, com Perry Salles e Lucca de Castro, com figurinos de época de Kalma Murtinho e cenário de Hélio Eichbauer. ‘Ela é o Cara’, comédia do absurdo, muito divertida, com Edson Fieschi, eu fazia o próprio diabo e ele era meu psicanalista, muito legal.”.

“’Doce Pássaro da Juventude’, de Tennessee Williams, um drama angustiante e comovente, retratando uma parte da sociedade Americana e uma grande atriz da década de 1950, com Pierre Baitelli e um elenco gigantesco (em todos os sentidos), com direção de Gilberto Gawronski.”.

“Só posso dizer que o meu amor pelo teatro é imenso. Meu amor e respeito pelo público é imenso. Portanto, sempre vou fazer cinema, novelas, seriados, sim, mas nunca vou deixar de fazer teatro. Porque o teatro é vivo. E nunca vai morrer. Então, parabéns a quem está fazendo teatro neste momento!”, concluiu.