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Fernanda Nobre comemora papel em 'Deus Salve o Rei' e fala sobre sua personagem

Na trama de Daniel Adjafre, a atriz irá interpretar Diana, melhor amiga de Amália (Marina Ruy Barbosa)

Redação Contigo! Publicado em 26/12/2017, às 11h54 - Atualizado em 07/08/2019, às 17h45

Fernanda Nobre em 'Deus Salve o Rei' - Globo/Rafael Campos
Fernanda Nobre em 'Deus Salve o Rei' - Globo/Rafael Campos

Após 13 anos, Fernando Nobre está de volta à Globo em Deus Salve o Rei, nova novela das 19h, que estreia dia 9 de janeiro. Na trama de Daniel Adjafre, a atriz será Diana, melhor amiga da protagonista Amália, papel de Marina Ruy Barbosa.

Bonita e bem-humorada, a personagem tem um reconhecido “dedo podre” para homens. Quando Amália termina com Virgílio (Ricardo Pereira), o comerciante logo se aproxima de Diana, que cai na lábia do moço, sem perceber que ele só quer mesmo fazer ciúme para a antiga namorada. Em entrevista, Fernanda comemora o novo papel e fala um pouco sobre sua personagem; confira:

Como você define a Diana?
É uma personagem muito intrigante, há um mistério nela que, para mim, é fascinante. Ela é uma mulher solitária, que já sofreu muito na vida e por isso é desconfiada, tem grande dificuldade de se entregar tanto para o amor quanto para amizades. Mas é uma mulher muito forte, batalhadora, guerreira e ambiciosa. 

A Diana se apaixona justamente pelo ex-namorado da melhor amiga...
A Diana não tem muita sorte no amor e acaba se colocando em algumas “roubadas”. O Virgílio foi mais uma! Ele se aproveita da carência da Diana para atingir Amália, mas logo ela percebe que ele não é quem ela acreditava que fosse. Vai sofrer porque encontrou nele uma possível parceria. Mas essa história ainda vai dar muitas reviravoltas.

Como é o processo de caracterização para Diana?
Para essa personagem eu uso aplique e, além disso, cabelo frisado. Acho a concepção estética da personagem um acerto, o cabelo longo e frisado remete a uma selvageria da personagem. 

Como você se preparou para o papel?
Fizemos um mês intenso de preparação, com aulas e oficinas. Tivemos aulas diárias com o Eduardo Milevicz para trazer intimidade para o elenco, virarmos um time, com uma mesma linguagem de atuação. Ali, pesquisamos referências e compomos os personagens juntos. Foi um processo fundamental.