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Notícias / PICANTE

Stênio Garcia detalha vida sexual com a esposa aos 91 anos: "Rola de tudo aqui"

Ator Stênio Garcia detalha vida sexual aos 91 anos e conta o que gosta de fazer com a esposa, Marilene Saade, entre quatro paredes

Gabriel Motta

por Gabriel Motta

jpae_colab@caras.com.br

Publicado em 05/09/2023, às 17h15

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Stênio Garcia falou sobre como anda sua vida sexual aos 91 anos - Reprodução/Instagram
Stênio Garcia falou sobre como anda sua vida sexual aos 91 anos - Reprodução/Instagram

Meses após ter sido internado com um quadro de septicemia, Stênio Garcia falou sobre seu estado de saúde. Aos 91 anos, ele contou ter acreditado que sua melhora foi uma segunda chance para viver e detalhou como anda a vida sexual com a esposa, Marilene Saade.

Em entrevista ao jornal O Globo, o ex-contratado da Vênus Platinada desabafou: “É a minha segunda chance. Estou agarrando com unhas e dentes. Acho que não vai ser tão cedo – a morte -. Penso sempre positivo. Gosto muito da vida, do número cem", contou.

Stênio ainda ponderou sobre familiares que chegaram em uma idade avançada, assim como sua meta: "Quero chegar lá! Tive uma avó que foi até 105. Eu já passei dos 90 anos de idade. Não quero perder tempo. Estou me sentindo superbem”.

Foi então que o ator deu detalhes de sua vida sexual: “Namoro a minha mulher. Agarro muito a Marilene e prático tantrismo. Rola de tudo aqui em casa. Me sinto com disposição. O coração está batendo perfeitamente, consigo dar um salto mortal. Inclusive, também já posso voltar a trabalhar”.

STÊNIO GARCIA REVELA MEDO DE DESENVOLVER SEQUELA

Recentemente, o ator Stênio Garcia contou que ainda segue em recuperação de seu quadro de septicemia aguda, que causou sua internação em um hospital. Em reabilitação, o artista abriu o coração e revelou o medo de sofrer uma grave sequela: perder o movimento das pernas.

Já em casa, ele retomou os exercícios físicos para entrar no ritmo novamente. Com a ajuda da esposa Mari Saade, ele tem feito movimentos leves e específicos para o movimento de caminhar. "Depois de quase uma semana no hospital, tive alta para continuar me recuperando em casa e meu medo era de perder a autonomia e não conseguir mais voltar a andar e fazer as coisas sozinho", começou ele.

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