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Famosos / RETROSPECTIVA

Angélica relembra experiência traumática de assalto: "Meu pai levou vários tiros"

Em retrospectiva, a apresentadora relembrou início da carreira após viver acontecimento traumático

Redação Contigo! Publicado em 05/10/2020, às 16h25 - Atualizado às 17h03

Angélica relembra experiência traumática de assalto na infância - Instagram
Angélica relembra experiência traumática de assalto na infância - Instagram

Angélica viveu uma verdadeira viagem no tempo ao rever suas participações marcantes na TV.

Em entrevista ao GShow, a apresentadora assistiu a alguns trechos de seus momentos na Globo, inclusive entrevistas, e se emocionou ao relembrar a sua introdução ao mundo televisivo. Ainda na infância, a loira participou do concurso 'criança mais bonita do Brasil', no Cassino do Chacrinha, após viver uma experiência traumática. 

"Quando eu era pequena, com 4, 5 anos de idade, teve um assalto na minha casa e meu pai levou vários tiros. Eu tava na sala, ele quase morreu", disse ela. "Eu fiquei muito traumatizada, não gostava de gente, não gostava de ver ninguém, não queria ninguém. E o único programa que eu gostava de assistir era o Chacrinha, e aí um dia ele convidou na televisão para um concurso da 'criança mais bonita do Brasil', e eu participei do concurso. Ganhei a 'garota mais bonita do Brasil' aos 4 anos de idade, depois com 5 anos de novo. E ali eu comecei a fazer televisão."

Segundo Angélica, a experiência traumática, no final, lhe rendeu caminhos inesperados. "Quando estamos numa situação vulnerável, nós encontramos forças onde nem imaginávamos. Por isso que eu falo: 'de uma coisa ruim surgiu uma coisa boa.'"

Maternidade também entrou em pauta. Mãe de Benício, Eva e Joaquim, Angélica revelou que sempre sonhou em adotar uma criança. "Eu sempre falei que ia ter 3 filhos e que ia ter, adotar um quarto filho. Por que como eu fazia programa infantil e ia muito em orfanato, creche, hospitais e tal, de alguma forma aquilo me dava uma angústia, eu não sabia muito como lidar com aquele sentimento. Aí eu falava: 'Ah, um dia eu quero adotar, um dia eu quero cuidar dessas crianças'", disse ela, que ainda considera a ideia, mas que quer 'deixar rolar'.