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Sônia Bridi fala sobre o assalto que Rafael Cardoso passou no Rio de Janeiro

Jornalista descreve o que aconteceu com o ator: 'Rafael tinha 3 armas apontadas contra ele'

Redação Contigo! Publicado em 19/11/2018, às 22h46 - Atualizado em 07/08/2019, às 17h46

Sônia Bridi e Rafael Cardoso - Reprodução / Instagram
Sônia Bridi e Rafael Cardoso - Reprodução / Instagram

A jornalista Sônia Bridi falou em suas redes sociais sobre o susto que sua família passou na semana passada ao ver o genro, o ator Rafael Cardoso, sofrer um assalto no Rio de Janeiro. A pedido dele, ela descreveu o que aconteceu no dia em que assaltantes levaram o carro da família e o celular do artista, além de terem feito vários disparos em direção à Rafael e seu amigo, Paulo. 

"Hoje os arrastões nas estradas de acesso ao Rio foram notícia: 7 em 24 horas. Mas quantos nos últimos dias? Na madrugada de quinta, meus netos dormiam tranquilos quando o pai deles estava com uma arma na cabeça. Rafael e Paulo, que trabalha com ele, voltavam do sítio com uma carga de produtos orgânicos. A camionete foi cercada e abalroada nas laterais por cinco carros que estavam no arrastão na rodovia Washington Luis. Vários carros foram parados pelo bando. Rafael e Paulo não ofereceram resistência. Mas os bandidos mesmo assim se revezaram mantendo-nos com armas na cabeça, no peito, nas costas. Em determinado momento Rafael tinha 3 armas apontadas contra ele. Famílias foram postas no meio da rua, e os carros levados. Ao se afastarem os bandidos dispararam em direção às vítimas. Ninguém se feriu por muita sorte", disse ela. 

Sônia ainda continuou com o alívio de ver o pai de seus netos bem. "Esses arrastões são rotina. Todo mundo sabe onde acontecem. Que a Polícia Rodoviária Federal, a PM do Rio e a Polícia Civil não sejam capazes de impedir isso, é para mim inexplicável. Crimes à mão armada são crimes contra a vida. Devem ser prioridade de todas as autoridades. Estamos desprotegidos. E se hoje Aurora e Timtim e também Marquinhos e Mateus - filhos do Paulo- ainda tem pai, é por força do acaso, da sorte, do poder divino, para quem tem fé. E é a isso que estamos entregues em muitas áreas do Rio: à sorte e à fé. Minha família teve sorte. Milhares de outras, não"