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Nadja Haddad abre o coração ao falar da morte do pai na véspera de seu casamento: ''Eu via ele definhando''

Após ser baleada e ver a mãe lutar contra síndrome rara, ela fala de fé e esperança

Redação Contigo! Publicado em 25/10/2018, às 14h17 - Atualizado em 07/08/2019, às 17h46

Nadja Haddad - Andrea Dallevo/ RedeTV!
Nadja Haddad - Andrea Dallevo/ RedeTV!

Sucesso no comando do reality show Bake Off Brasil, a jornalista Nadja Haddad é entrevistada por Daniela Albuquerque no programa Sensacional desta quinta-feira (25).

No palco, ela se emociona ao relembrar os dramas familiares que a fizeram ressignificar a própria vida - entre elas o episódio em que foi baleada em 2005 durante a cobertura de uma operação policial no Rio de Janeiro, em 2005.

“Eu sempre falo que não foi um tiro para a minha morte, foi um tiro para a minha vida, porque se a vida de vez em quando não dá um sacode na gente, a gente não acorda, não enxerga como deveria, a gente não entende um chamado”, diz.“Na hora eu só falei para o cinegrafista: aperta minha mão, não me deixa morrer porque eu não tenho com quem deixar meu pai e minha mãe. Eu só pensava nos me pais”, desabafa.

Nadja também abre o coração ao falar da morte do pai, um dia antes de seu casamento.

“Eu via meu pai definhando e triste, sem força, aquilo me acabava. Eu sabia que quando meu pai me visse com alguém que deixasse ele tranquilo ele ia embora para descansar, e falar 'agora minha filha vai ser bem cuidada'” , explica. “Dito e feito. (…) Eu estava indo buscar o meu vestido, que era em outro estado, e minha irmã me ligou e falou: 'olha, o papai se sentiu mal, uma dor na coluna, e vai precisar operar porque é diverticulite'. Naquela hora eu me desesperei, larguei o carro no aeroporto, peguei o avião e fui. A cirurgia foi ótima, deu tudo certo, consegui ver meu pai, falei com ele e acabou o horário de visitas porque era UTI. Quando cheguei em casa eu dormi, e quando acordei já foi com a notícia do papai”, relata ela.

A jornalista ainda fala da luta contra a síndrome de Guillain-Barré que a mãe enfrenta.

“Quando minha mãe me viu naquela condição, aí ela parou de andar de vez. (…) Ela não conseguiu chegar perto de mim, porque eu lembro que estava na UTI, eu deitada, ela me olhou, sentou, e dali não saiu mais”, disse.