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TV / B.O

Vítima de golpe, Larissa Manoela presta queixa na Polícia Federal: ''Punição e justiça''

Atriz revela que teve dados cadastrais usados indevidamente no Auxílio Emergencial do Governo Federal

Redação Contigo! Publicado em 02/02/2021, às 15h11 - Atualizado em 03/02/2021, às 07h57

Larissa Manoela dá queixa na polícia após ser vítima de fraude - Instagram
Larissa Manoela dá queixa na polícia após ser vítima de fraude - Instagram

Larissa Manoela abriu um inquérito policial na Polícia Federal para que seja investigado como seus dados cadastrais foram usados no golpe do Auxílio Emergencial, o programa federal de enfrentamento da pandemia.

A atriz só ficou sabendo que seu nome foi usado no golpe após ver notícias que teria se cadastrado para receber o benefício circular pela imprensa. Preocupada com a gravidade da ação criminosa, ela decidiu formalizar a denúncia

Ao lado de seu advogado, Evaristo Martins de Azevedo, a artista foi até a PF, no dia 30 de dezembro, para apresentarem a denúncia e o pedido de abertura do Inquérito.

“Diante de um fato tão grave, eu não podia simplesmente ficar incomodada e postar meia dúzia de palavras revoltadas nas minhas redes. Não! Além do meu nome ter sido envolvido em um crime, estamos falando de dinheiro público”, disse ela.

“Alguém que realmente precisava de ajuda, neste momento terrível de pandemia, ficou sem o dinheiro, que foi parar no bolso de alguém que certamente não tinha o direito de recebê-lo. Esse tipo de coisa não pode acontecer mais. E quando acontece, não pode cair o esquecimento. Precisa de investigação, punição e justiça”,explicou a ruiva.

Nesse inquérito, a polícia deverá investigar os fatos e, assim, identificar os responsáveis da fraude, além de possíveis crimes de apropriação indébita, estelionato ou falsidade ideológica.

REMOVER O NOME:

Além de pedir a instauração de Inquérito na PF, o advogado da atriz notificou o Ministério da Cidadania acerca da necessidade de remover o nome e os dados da atriz da página e do aplicativo do Programa.

O advogado pediu ainda que o Ministério da Cidadania cobre da Caixa Econômica Federal informações sobre a localização de onde foi feito o cadastramento indevido, quem o fez e onde foi parar o dinheiro do auxílio.