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TV / TRISTEZA

No 'Encontro', Thelminha expõe detalhe ainda mais grave da atuação do médico preso: "Não é rotina"

Médica especializada em anestesia, Thelminha expõe detalhe pouco falado que colocou a mulher em risco; entenda

Redação Contigo! Publicado em 12/07/2022, às 10h01

Thelminha chama a atenção para detalhe pouco falado do comportamento do médico: "Queria pontuar" - Reprodução/Instagram
Thelminha chama a atenção para detalhe pouco falado do comportamento do médico: "Queria pontuar" - Reprodução/Instagram

A ex-BBB Thelma Assis fez um esclarecimento importante durante o Encontro desta terça-feira (12). Médica especializada em anestesia, ela chamou a atenção para um detalhe do caso que chocou o Brasil.

Segundo ela, o médico Giovanni Bezerra não foi só criminoso, mas também imprudente com suas pacientes. Isso porque não é normal sedar gestantes para o parto, um comportamento que traz riscos.

"Eu queria pontuar que, tecnicamente, a anestesia para gestante é um bloqueio espinhal, a “raquianestesia”, o bloqueio peridural. São anestesias que vão impedir que ela se movimente e sinta dor do abdômen para baixo", explicou ela. 

"No geral, as pacientes gestantes são anestesiadas dessa forma, salvo algumas situações. Não é rotina sedar uma gestante", explicou ela. 

Ela explicou algumas questões técnicas e disse que a atuação do Conselho Regional de Medicina deve ser rápida e exemplar. 

"Não é convencional, além de mantê-la acordada para ver todo o momento sublime que é o parto, ele cometeu um erro técnico, uma imprudência. É por isso que eu espero que o CRM seja rápido em puni-lo porque estava expondo essa paciente ao risco", declarou ela. 

ATRIZES DESABAFARAM

Nesta segunda-feira (11), algumas famosas usaram as redes sociais para falar sobre o caso em que um anestesista estuprou uma grávida em trabalho de parto, no Rio de Janeiro. Revoltadas, artistas como Juliana Paes, Deborah Secco e Thelma Assis falaram sobre as cenas repugnantes.

Indignada, a atriz Deborah Secco contou que está dilacerada com o caso: "A violência sexual que uma mulher sofre durante o parto, num ambiente que deveria ser seguro, me dilacera. Tem que ter justiça!! E a nossa luta não pode parar, merecemos respeito. Todas nós!", disse ela, que é mãe de Maria Flor de 6 anos.