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TV / Tragédia

Fátima Bernardes volta no tempo e relembra 'Jornal Nacional' do dia 11 de setembro: “Impossível esquecer”

A apresentadora ainda questionou o que os internautas estavam fazendo no momento da tragédia nas redes sociais; veja

Redação CONTIGO! Publicado em 11/09/2021, às 17h13

A apresentadora ainda questionou o que os internautas estavam fazendo no momento da tragédia nas redes sociais; veja - Reprodução/ Instagram
A apresentadora ainda questionou o que os internautas estavam fazendo no momento da tragédia nas redes sociais; veja - Reprodução/ Instagram

Fátima Bernardes postou neste sábado (11) em seu perfil nas redes sociais a chamada do Jornal Nacional transmitido em 11 de setembro de 2001, na Globo. A postagem é para relembrar o ataque que derrubou as Torres Gêmeas do World Trade Center em Nova York.

A apresentadora, na época, comandava o telejornal ao lado do ex-marido, William Bonner, relembrou a tragédia que marcou o mundo. “Há 20 anos… E o mundo nunca mais foi o mesmo. Essa foi a abertura do Jornal Nacional do dia 11 de setembro de 2001. Impossível esquecer”, escreveu ela. Em seguida, ela questionou: “Onde vc estava na hora desses ataques terroristas?”.

Nos comentários, os internautas relembraram o que estava fazendo no momento da tragédia. “Eu estava no trabalho, apenas um computador tinha internet e aí o nosso amigo chamou toda administração para ver as notícias", disse uma seguidora.

Cena chocante, triste, estava com minha filha no colo, na época com apenas 1 ano de idade e pensei: 'que mundo é esse que minha filha vai viver, o que vai ser do nosso futuro?' Pensar que já se passou 20 anos”, contou outra.

NO MEIO DO CAOS

Edney Silvestre abriu o jogo sobre a cobertura ao vivo do 11 de Setembro neste sábado (11).

Na data em que o atentado terrorista completa vinte anos, o jornalista que foi responsável pela cobertura na Globo contou ao UOL como foi a experiência.

A memória é eterna, segundo ele: "Ninguém esquece o horror, mesmo sem saber a extensão dele. O que eu tinha certeza é que nenhum voo era permitido sobre a ilha de Manhattan, nem de aviões pequenos de treino. Fiquei perplexo. Sabia que não podia ter sido um acidente. Mas... terrorismo? Era difícil de acreditar".