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Notícias / ACIDENTE

Mulher de 33 anos morre após sofrer grave acidente fazendo ovo frito

Mulher de 33 anos falece após passar 10 dias internada por conta de acidente doméstico sofrido enquanto fazia um ovo frito; saiba mais

Redação Publicado em 28/02/2024, às 14h17

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Mulher de 33 anos morre após sofrer grave acidente fazendo ovo frito - Reprodução/UOL
Mulher de 33 anos morre após sofrer grave acidente fazendo ovo frito - Reprodução/UOL

Elisângela Oliveira de Jesus, de 33 anos, faleceu em Limeira, interior de São Paulo, neste domingo (25) devido a complicações de um acidente doméstico ocorrido enquanto fritava um ovo. Ela estava internada há 10 dias na Santa Casa de Limeira. 

Segundo a polícia, a causa da morte foi uma parada cardíaca. No último dia 16, a moça sofreu queimaduras de terceiro grau devido a um grave acidente doméstico. Ela havia chegado em casa, após o trabalho, e foi preparar um ovo para comer. 

Antes de fritá-lo, ela o depositou em um copo para ver se não estava podre. Acontece que o recipiente continha um pouco de água no fundo. Ao colocar a mistura na frigideira quente, chamas enormes se formaram devido à reação da água com o óleo. Elisângela teve 17% do corpo queimado. 

A Secretaria da Segurança Pública (SSP) afirmou em nota ao Metrópoles que o acidente “causou uma grave queimadura em aproximadamente 17% de seu corpo, principalmente no peito e queixo”. Elisângela Oliveira de Jesus deixa uma filha de 1 ano e 8 meses.

APÓS CRÍTICAS À MÁFIA, PADRE RECEBE CÁLICE ENVENENADO

O padre italiano Felice Palamara recebeu um cálice com o conteúdo nada santo durante uma missa em Cessaniti, na Calábria. Conhecido por denúncias contra o crime organizado, em especial a máfia, o religioso afirma ter sido alvo de uma tentativa de envenenamento. Ele só se safou, pois notou que o líquido estava com um cheiro estranho.

Antes de beber o conteúdo do cálice, o sacerdote sentiu um cheiro de água sanitária. Ele não ingeriu o líquido e chamou a polícia. As autoridades locais encontraram vestígios do produto de limpeza na água e no vinho que Palamara iria tomar.

“Tenho certeza de que este ato de intimidação não tem nada a ver com os meus paroquianos porque estou aqui há 10 anos e sempre tive boas relações com as pessoas da paróquia. Não permitimos que ninguém faça mal à paróquia. Ninguém pode parar uma cidade que merece redenção e que quer crescer", contou ele ao jornal 'Corriere della Sera'.