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Notícias / LUTO

Morre 'Clarinha', mulher de identidade desconhecida que estava em coma há 24 anos

Morreu nesta quinta-feira (14) 'Clarinha', paciente que estava em coma há 24 anos no ES, cuja identidade nunca foi descoberta; veja

Redação Publicado em 15/03/2024, às 13h56

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Morre 'Clarinha', mulher de identidade desconhecida que estava em coma há 24 anos - Reprodução/TV Globo
Morre 'Clarinha', mulher de identidade desconhecida que estava em coma há 24 anos - Reprodução/TV Globo

Morreu nesta quinta-feira (14) 'Clarinha', uma mulher que estava em coma há 24 anos em Vitória, no ES, cuja identidade nunca foi descoberta desde o atropelamento por um ônibus que a colocou em estado vegetativo. Segundo informações do HPM-ES (Hospital Militar do Espírito Santo), ela foi vítima de uma broncoaspiração. 

A moça foi atropelada por um ônibus no centro de Vitória no dia 12 de junho de 2000. Ela foi socorrida por uma ambulância, mas chegou ao hospital desacordada. Ela permaneceu o resto da vida em coma. No dia do atropelamento, 'Clarinha' não portava nenhum documento.

Ao longo desses 24 anos, apesar de várias tentativas, a identidade da mulher nunca foi descoberta. "A gente tinha que chamar ela de algum nome. O nome 'não identificada' é muito complicado para se falar. Como ela é branquinha, a gente a apelidou de 'Clarinha'", contou o tenente-coronel Jorge Potratz, médico responsável pela paciente por vários anos.

Segundo o Ministério Público do ES, nenhum familiar ou amigo da moça a procurou durante todo o período. Em 2016, uma reportagem do Fantástico, da TV Globo, sobre o caso levou 102 pessoas a contatar o órgão público em busca de uma possível familiar desconhecida. Todavia, dentre os testes de DNA realizados, nenhum deu compatível.

Ainda de acordo com informações do MPES, pessoas que testemunharam o atropelamento de 'Clarinha' afirmaram que ela estava fugindo de uma pessoa, que nunca foi encontrada. Profissionais da saúde que estiveram ao lado da paciente durante todos esses anos estão se mobilizando para que ele tenha um enterro digno. 

“É muito triste ter esse desfecho, mas temos que lembrar que Deus tem um propósito. Em um futuro, vou entender tudo isso. Tentamos tornar a vida dela, que é tão difícil, com mais dignidade. É triste esse fim”, disse Potratz à TV Gazeta. 

'Clarinha'
Reprodução/TV Gazeta

JOVEM NÃO CONSEGUE TOMAR BANHO DEVIDO À RARA ALERGIA À ÁGUA

A estadunidense Loren Montefusco, de 22 anos, vive com uma condição bastante rara chamada urticária aquagênica, popularmente conhecida como alergia à água. A jovem sente coceira e irritação na pele sempre que entra em contato com H20. Por conta disso, teve que achar alternativas para se banhar. 

A moça contou que a coceira é muito forte quando entra em contato com menor a quantidade de água, até mesmo com as gotas de suor que libera. “Parece que a coceira está bem abaixo da superfície da minha pele. Eu tento ao máximo não coçar, mas não consigo evitar”, disse ela à agência Caters News sobre a sensação, que tende a ser aliviada quando a água é seca da pele. 

A urticária aquagênica consiste em uma reação alérgica à água. Mais preponderante em mulheres do que em homens, a condição pode se manifestar com diferentes níveis de gravidade. Os sintomas mais comuns são coceira, manchas vermelhas e irritação na pele, mas alguns pacientes podem chegar a ter choques anafiláticos devido ao contato com a água.