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Madrinha revela por que homem quis fazer peeling de fenol: 'Queria tirar'

Esteticista Natalia Becker deixou a clínica após morte de Henrique Silva Chagas. Homem morreu após procedimento de peeling de fenol

Redação Contigo! Digital Publicado em 04/06/2024, às 22h53 - Atualizado às 23h41

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Henrique fez procedimento na clínica da influenciadora Nathalia Becker - Foto: Reprodução/Instagram
Henrique fez procedimento na clínica da influenciadora Nathalia Becker - Foto: Reprodução/Instagram

Ana Cláudia Azevedo, madrinha de Henrique Silva Chagas, empresário que morreu aos 27 anos após fazer peeling de fenol na clínica da influenciadora Natalia Becker, disse que o empresário fez o procedimento para se livrar dos "furinhos" provocados por espinhas. 

"Ele queria muito ter o rosto lisinho", conta ela, que também revela medo de Silva em relação ao procedimento. Ele estava em conversa com a clínica há um mês para conseguir realizar o desejo antigo de ter o rosto sem as marcas. 

"No dia [do procedimento] ele teve um pouco de medo antes de fazer. Falou para o namorado que estava com medo. A mãe teve um sonho com agulhas e pediu para ele não ir, mas ele acabou indo e aconteceu tudo isso", seguiu Cláudia. 

Em depoimento à polícia, Marcelo Camargo, marido de Henrique, contou que o empresário retornou à sala de espera da clínica após o procedimento. Ele viu o companheiro tremendo e apresentando dificuldade para respirar. 

Segundo Camargo, Silva apertou a sua mão forte e começou a respirar pela boca. O socorro foi chamado, mas o empresário morreu no local. Uma das suspeitas é a de reação alérgica. A esteticista fugiu do local alegando que estava passando mal e que iria a um hospital. Em busca por duas unidades, a polícia não encontrou Natalia. 

O advogado de Becker entrou em contato com a polícia e disse que ela vai se apresentar para prestar esclarecimentos. Por outro lado, a família de Henrique abriu uma "vaquinha" online para conseguir dinheiro para pagar custos com translado do corpo de São Paulo até Pirassununga. 

A polícia passou a investigar o caso como "homicídio", segundo informações da Secretaria da Segurança Pública (SSP). Anteriormente, era tratado como "morte suspeita", de acordo com registro no 27º Distrito Policial da Capital (DP).