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Padre Fábio de Melo surpreende seguidores ao aparecer como pagodeiro no início da carreira: "É pecado rir?"

Religioso deixou a web perplexa ao revelar que teve um passado no pagode e recebeu comentários de famosos; veja vídeo

Redação Contigo! Publicado em 12/08/2021, às 16h24

Padre Fábio de Melo surpreende seguidores ao aparecer como pagodeiro no início da carreira: "É pecado rir?" - Reprodução/Instagram
Padre Fábio de Melo surpreende seguidores ao aparecer como pagodeiro no início da carreira: "É pecado rir?" - Reprodução/Instagram

Como assim? Padre Fábio de Melo surgiu nas redes sociais nesta quinta-feira (12) para fazer um TBT para lá de inusitado. 

Em seu perfil oficial, o religioso resgatou um registro do início de sua carreira e, para a surpresa dos seguidores, revelou que começou sua vida musical no pagode.

Ele publicou um vídeo cantando a música "Amigo do Sol, Amigo da Lua" em grupo e chamou atenção ao aparecer com um look bem diferente: correntinha no pescoço, camisa colorida e calça jeans. O padre até mesmo se arriscou no passinho e fez uma coreografia. 

"Um TBT cheio malemolência, estampas, passinhos ensaiados, quando eu ainda era um garoto que amava Raça Negra e Só pra contrariar, que usava roupas que tinham três vezes o meu tamanho.
Um tempo feliz, de inícios, cantando com os Cantores de Deus, o melhor grupo vocal da nossa amada música católica", escreveu na legenda.

Chocados, os seguidores não conseguiram conter a surpresa e encheram a seção de comentários. Marcos Mion, recém-contrato pela Globo, fez questão de deixar sua mensagem: "MEU DEUS!! Padre Salgadinho de Melo?! Imagina se esse vídeo cai na minha mão na época do Piores Clipes?!?".

"E o look? É pecado rir?", escreveu Gracyanne Barbosa.

DESABAFO

Em um momento emocionante, padre Fábio de Melo voltou a falar sobre a amizade muito próxima que construiu com a travesti Luana Muniz.

"Foi um ser humano que marcou minha vida. Eu tenho no meu celular algumas conversas tão bonitas onde nós falávamos da nossa vida, dos nossos pontos de vista tão diferentes. Mas nós convergíamos para um único ponto: o amor ao ser humano", disse ele ao documentário "Filha da Lua", que conta a história da ativista.

Veja: