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Famosos / DESABAFI

Maiára Quiderolly, ex-amante de Jô, quer desistir da pensão do filho: "Renunciei"

Maiára Quiderolly quer desistir da pensão do filho que está gerando do jogador Jô e detalhou a situação nas redes sociais

Redação Contigo! Publicado em 10/07/2022, às 11h08

Maiára Quiderolly contou que renunciou da pensão alimentícia para seu filho com o atacante Jô - Reprodução/Instagram
Maiára Quiderolly contou que renunciou da pensão alimentícia para seu filho com o atacante Jô - Reprodução/Instagram

A influenciadora digital Maiára Quiderolly, que está grávida do jogador, surpreendeu seus seguidores nas redes sociais ao anunciar que está renunciando da pensão do bebê. Em uma série de stories, já apagados de seu Instagram, ela explicou a situação e disse não querer nada de ninguém.

"Desde a minha barriga eu só quero que ele [o filho, João Gabriel] seja amado e mais nada e assim vai ser. Eu só vou buscar ajuda quando eu não tiver dando conta", explicou a ex-amante do atacante.

Entretanto, apesar de explicar não querer um real do famoso, ela frisou que não abre mão do sobrenome de Jô em seu filho. "Caso contrário, não quero nada de ninguém, a única coisa que eu vou querer do pai do meu filho é que ele coloque o nome, mas isso é uma coisa que, depois que meu filho nascer, minha advogada vai falar com o advogado dele".

"Se um dia eu não puder dar algo ou deixar faltar algo para o meu filho, pode ser que eu vá atrás, enquanto isso não acontece, vou seguir tentando dar o melhor para o meu filho e no momento o melhor para ele é paz. No dia que ele quiser ser pai, o filho dele vai estar lá, ser pai não é depositar dinheiro na conta não. Hoje a minha decisão é essa, e só cabe a mim saber o que é melhor para mim e pro meu filho. Fim de papo", completou a influenciadora digital.

REPÓRTER DA GLOBO EXPÕE RACISMO EM SHOPPING

Tábata Poline, repórter da Globo que integra o time de Fantástico, desabafou nas redes sociais sobre um episódio de racismo que sofreu em um shopping no Rio de Janeiro. Desolada, ela explicou que as funcionárias de uma loja se recusaram a atendê-la ao lhe ver entrando no local.

"Logo eu, tão combativa, me vi exausta quando deveria me posicionar. Na My Place, do Shopping Rio Sul, cinco vendedoras me olharam dos pés à cabeça e decidiram não me atender. Meu marido quis brigar e eu não deixei (deveria). Só saí. Outras clientes chegaram. Às cinco foram até elas", lamentou.