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Filho de Bruno Covas fala pela primeira vez e diz que passou última noite do pai segurando sua mão: "Guerreiro"

Em entrevista ao Fantástico, ele desmente boatos sobre os últimos dias do prefeito e mostra maturidade de gente grande

Redação Contigo! Publicado em 24/05/2021, às 07h45

Filho de Bruno Covas fala pela primeira vez sobre a morte do pai e diz que dormiu segurando sua mão: "Guerreiro" - Reprodução/TV Globo
Filho de Bruno Covas fala pela primeira vez sobre a morte do pai e diz que dormiu segurando sua mão: "Guerreiro" - Reprodução/TV Globo

Filho de Bruno Covas, o jovem Tomás Covas quebrou o silêncio sobre a morte do pai.

No Fantástico deste domingo (23) ele se pronunciou sobre a perda e contou como foram os últimos dias do prefeito no hospital em que ficou internado. Ele desmentiu boatos e negou que Covas estive abatido.

“Era totalmente ao contrário o clima do hospital. Ele foi muito guerreiro. Batalhou muito. Ele sempre com coragem de enfrentar a doença. A gente sentia a vontade que ele tinha. O sorriso no rosto no dia a dia”, conta.

Segundo ele, uma das conversas mais complexas que os dois tiveram foi quando ele descobriu que o câncer havia se agravado. Naquele momento, Covas chorou.

“Estava só eu e ele no quarto. Foi quando teve que se licenciar, que o câncer avançou para os ossos. Eu falei que ia dar certo, que a gente ia vencer”, declarou o jovem. "Na madrugada eu tirei um cochilo segurando a mãe dele", afirmou.

O jovem contou que não sabia que ele tinha sido sedado para não voltar. Quando chegou ao hospital e descobriu, ele se abalou.

"Eu não fazia a menor ideia... teve a piora, mas ele estava muito positivo. Quando eu cheguei e vi ele sedado foi muito forte, fiquei muito mal. Depois pensei, tentei ficar tranquilo, voltei lá e fiquei cem por cento do tempo do lado dele", afirmou ele que contou que dormiu a última nova agarrado nas mãos do político.

A CARTA

Então prefeito de São Paulo, Bruno Covas deixou uma carta ao partido, amigos e eleitores que foi lida em uma cerimônia há dois dias, em 14 de abril. Após receber dos médicos a notícia de que seu estado de saúde era irreversível, ele deixou uma mensagem de união.

Na carta, ele reflete sobre o futuro de seu partido, o PSDB, fala dos desafios no enfrentamento da pandemia e agradece a torcida daqueles que enviaram mensagens carinhosas.