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Famosos / Pista

Claudia Raia revela encontro com assassino de Daniella Perez e detalhe assusta: "Em carne viva"

Em documentário, Claudia Raia relembra encontro com Guilherme de Pádua logo após crime e revela detalhe; veja

Redação CONTIGO! Publicado em 20/07/2022, às 10h51

Claudia Raia revela encontro com assassino de Daniella Perez e detalhe assusta - Reprodução/Instagram
Claudia Raia revela encontro com assassino de Daniella Perez e detalhe assusta - Reprodução/Instagram

A atriz Claudia Raia relembrou um detalhe assustador da noite em que Daniella Perez foi assassinada.

Na entrevista que deu para o documentário Pacto Brutal, da HBO Max, a famosa conta que estava na delegacia com Raul Gazolla, marido de Daniella, quando começaram as investigações.

As duas estavam ensaiando juntas para uma peça e a estrela achou estranha a ausência da jovem, já que é incomum a falta nos ensaios. "Pra um bailarino faltar a um ensaio, ele tá morto. Tanto que todo mundo falava: 'Cadê ela?'. Se ela não chegou, alguma coisa aconteceu".

Ao receber uma ligação do amigo para pedir uma força após reconhecer o corpo da esposa, ela correu para o lado dele e, no local, encontrou Guilherme de Pádua, um dos assassinos.

"Ele ficou ali um tempo, chorando, dizendo: 'Meu Deus, que loucura isso'. Parecia bastante emocionado, muito indignado com tudo", relembra. "Me abraçou também, nem me conhecia. E eu não sei por que olhei o braço do Guilherme. Tinha, na parte do antebraço, arranhão de unha de mulher. Me chamou a atenção aquilo. Guardei pra mim. Era recente. Estava meio em carne viva, meio sangrandinho".

A série documental Pacto Brutal estreia na HBO Max nesta quinta-feira (21), somente para assinantes.

DOCUMENTÁRIO NÃO DÁ VOZ AOS ASSASSINOS

A autora Gloria Perez falou abertamente sobre fazer questão de não dar mais voz aos assassinos da filha, Daniella Perez.

Em entrevista à Folha de S. Paulo nesta terça-feira (19), a famosa comentou a produção do documentário da HBO Max sobre o crime que tirou a vida da filha em 1992. Uma das exigências que ela fez para que o projeto fosse para frente foi a ausência de entrevistas com os assassinos.

Guilherme de Pádua e Paula Thomaz, que foram condenados pelos crimes, não foram ouvidos para a série, e Glória explica o motivo: "Para que entrevistar agora? Para dar palco para psicopata? O que eles têm para dizer a mais do que já foi dito? Se eles tivessem alguma coisa a dizer depois do resultado do júri, eles teriam processado o Estado ou pediriam um novo julgamento. Pediram? Claro que não. Saiu barato à beça para eles".