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Famosos / DESABAFO

Ator que viveu o Beiçola diz que era tratado como coitado nos bastidores de A Grande Família: "Eu sentia"

Em entrevista, Marcos Oliveira conta que não participava de decisões e se sentia subjulgado; veja

Redação Contigo! Publicado em 15/06/2021, às 08h05

Ator que viveu o Beiçola diz que era tratado como coitado nos bastidores de A Grande Família: "Eu sentia" - Reprodução/Instagram
Ator que viveu o Beiçola diz que era tratado como coitado nos bastidores de A Grande Família: "Eu sentia" - Reprodução/Instagram

O ator Marcos Oliveira, que ficou imortalizado como o personagem Beiçola de A Grande Família, revelou que era tratado como coitado nos bastidores da série.

Em uma entrevista ao Só 1 Minutinho, ele disse sentir que era tratado diferente pelo elenco.

"Sempre fui tratado como 'estamos ajudando o cara'. Eu sentia isso. Distanciado, as reuniões da 'Grande Família' eu nunca participava", disse o artista, que preferiu se abster de comentar como era o clima internamente. "Vamos deixar pra lá. Já foi. Não tenho contato com mais ninguém. Parece que saí da reencarnação sem nada"', afirmou ele abrindo o coração.

Ele disse que o convite para o seriado da TV Globo veio em um momento em que ele já estava com problemas de saúde.

"Na época eu tava fazendo 'Lisbela e o Prisioneiro'. Já estava com problema de saúde, estava com a colostomia, mas mesmo assim eu fui e trabalhei. Fiz muita participação no 'Zorra Total' com saco de colostomia também", declara. 

Com dificuldades financeiras durante a pandemia, ele também confessou que quer voltar ao ar e está aberto para novos convites. 

"Única coisa que me faz viver não é querer saber da TV Globo. Isso é minha salvação. Não me interessa. Gosto do Multishow, das outras possibilidades, dessa coisa nova. Fazer teatro, fazer vídeos", disse.

Recentemente, o ator  comoveu os fãs com um desabafo contundente. Sem trabalho e preso em casa, ele conta que tenta ocupar a mente em meio à pandemia. As declarações foram para o site Notícias da TV, do portal UOL.

"Só saio pra ir ao mercado, fico em casa brincando de casinha, que é uma coisa insuportável. Tento fazer alguma coisa, mas a criatividade fica meio abalada, não consigo fazer nada, escrever nada. E só, é ficar vendo televisão, jornalismo. É uma [sensação de] insegurança geral, não sei quando vai acabar. Não sei se é bom morrer ou continuar nessa pandemia, entendeu?", ele confessa.