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Após críticas por isenção política, Ivete Sangalo se posiciona contra o governo: "Unir forças nas próximas eleições"

Em suas redes sociais, a cantora declarou que não se sente representada pelas autoridades atuais e pediu vacina para todos

Redação Contigo! Publicado em 22/06/2021, às 13h23

Após críticas por isenção política, Ivete Sangalo se posiciona contra o governo: "Unir forças nas próximas eleições"
Após críticas por isenção política, Ivete Sangalo se posiciona contra o governo: "Unir forças nas próximas eleições" - Reprodução/Instagram

Após ser criticada por isenção política, Ivete Sangalo fez nova publicação nas redes sociais criticando o governo.

Na foto preta, ela escreveu uma mensagem aos seus fãs dizendo que o governo atual não a representa e que ele deve ser tirado no voto no ano que vem. Ela ainda reforçou a importância dos cuidados contra o coronavírus.

"Meus Zamuris entendo o quão necessário é nesse momento não estabelecer dúvidas sobre o que acredito. Esse governo que aí está não me representa nem mesmo antes da ideia dele existir. E isso vamos resolver quando unirmos forças nas próximas eleições através do poder do voto. Agora vamos nos unir em prol do que podemos fazer nos nossos espaços para driblar essa desorganização que são: o uso de máscaras, higienização, vacinas e o que mais necessário for. Então que possamos nos vacinar. Eu sou a favor de vacina para todos", revelou.

Nos comentários, os seguidores aprovaram a atitude da cantora: "Obrigada mainha! Você é tão importante se posicionando", falou um. "Tava na hora né mulher!", afirmou outro. "Assino embaixo!", escreveu mais um.

ENTENDA O QUE ROLOU

Ivete Sangalo gerou revolta em alguns fãs e foi parar nos assuntos mais comentados do Twitter durante a noite deste domingo (20) após lamentar 500 mil mortos pela Covid-19 sem citar o descaso das autoridades brasileiras.

Na postagem em seu perfil nas redes sociais, a cantora pontuou que as vítimas da doença não têm relação direta com os partidos políticos. "Não é natural. Não é uma mentira. É estarrecedor pensar sobre as milhares de vidas ceifadas e dores irreparáveis em torno dessas perdas. Não é sobre partidos, é sobre humanidade”, declarou ela.