Contigo!
Facebook Contigo!Twitter Contigo!Instagram Contigo!Spotify Contigo!
Famosos / Polêmica familiar

Advogado de Rose Miriam abre o jogo sobre disputa pela herança

Advogado da mãe dos filhos de Gugu critica frase da mãe do apresentador

Redação Contigo! Publicado em 11/02/2020, às 16h14 - Atualizado às 16h14

Gugu Liberato e Rose Miriam assinaram contrato de coparentalidade - Reprodução/AgNews
Gugu Liberato e Rose Miriam assinaram contrato de coparentalidade - Reprodução/AgNews

O advogado Nelson Wilians voltou a falar sobre o caso envolvendo a disputa pela herança de Gugu Liberato. Em entrevista ao programa Pânico, na rádio Jovem Pan, ele afirmou que Rose Miriam – mãe dos filhos do apresentador – quer o “reconhecimento” por sua vida dedicada à família.

“Estamos falando de uma vida dedicada a um homem e a uma família”, disse ele.

O advogado ainda criticou a entrevista da mãe de Gugu, Maria do Céu, no Fantástico, da Globo. “Vocês viram a entrevista da Maria do Céu? Disse Rose era nada! Uma vida reduzida a nada! Como é isso? Nada é uma ova! É uma injustiça isso, reduzir a vida de uma pessoa a nada!”, declarou.

Ele ainda falou mais sobre o testamento do apresentador. “Eu tenho um testamento e de tempos em tempos as coisas mudam. Em 2011, Gugu faz um testamento que ele doa tudo. O testamento você só pode fazer doação de 50% do que é livre. Naquele momento ele estava com Rose? Dois dias apenas separam um documento do outro. Passa dois, três meses e o casal reata. Ele não tem validade jurídica para aliar união estável”.

DESABAFO DOS FILHOS

Os três filhos de Gugu Liberato, João Augusto, Sofia e Marina, escreveram uma carta com a opinião deles sobre a disputa pela herança do pai, que faleceu em novembro de 2019. A mensagem foi divulgada na noite deste domingo (9) e diz que os adolescentes querem o fim do espetáculo ao redor da vida da família, já que o assunto “pretende desvirtuar os legítimos desejos de seu pai”.

Eles ainda criticaram a mãe, Rose Miriam Di Matteo, por “se apropriar da imagem de Gugu” e “afrontar judicialmente sua última vontade”. Os filhos escreveram que compreendem a mãe, mas que ela não deveria estar contra eles.

“A ninguém é dado o direito de desrespeitar a pessoa do nosso pai ou a distorcer a vida por nós levada ao longo de sua existência. Temos muito orgulho da conduta de nosso pai e de tudo que ele construiu. Seguiremos em frente, sem ele, mas dentro dos seus ensinamentos”, afirmaram.