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Abalada, Bailarina do Faustão esclarece prisão e dispara: “Me tratou igual a um animal”

Natacha Horana nega desacato e agressões, e garante que vai processar o Governo do Estado de Santa Catarina por abuso das autoridades

Redação Contigo! Publicado em 21/07/2020, às 09h59 - Atualizado às 10h27

Abalada, Bailarina do Faustão esclarece prisão e dispara: “Me tratou igual a um animal” - Reprodução/Instagram Leo Dias
Abalada, Bailarina do Faustão esclarece prisão e dispara: “Me tratou igual a um animal” - Reprodução/Instagram Leo Dias

Em recente entrevista à coluna de Leo Dias, a bailarina do Faustão, Natacha Horana, esclareceu o caso de prisão e apresentou a sua versão do acontecimento.

Natacha, inicialmente, explicou à coluna como tudo começou:

Estava no meu quarto, não estava tendo festa. Eu fui almoçar com meus amigos, fui para casa, chamei uma amiga para ir lá. A gente estava conversando, eu estava cansada. Aí, começou a chegar um monte de… não um monte de gente, acho que umas seis pessoas. Eu estava no meu quarto, tinha voo cedo. Comecei a escutar uma confusão, uma barulheira e começou a bater muito forte no quarto. Falei: ‘Gente, o que está acontecendo?’. Começaram a bater muito, de chute. Eles arrombaram a porta. Eu assustada, morrendo de medo. Vi um cara filmando que nem é policial. Nem tinha mandado para entrar lá. Cadê o mandado?”.

Em seguida, o jornalista questionou a dançarina sobre o momento da agressão, como alega o Boletim de Ocorrência:

"Nem verbalmente eu agredi. Com toda a calma possível eu falei: ‘Gente, o que está acontecendo? Vocês não podem encostar em mim’. Aí o guarda: ‘Você acha que a gente não pode? Você quer ver se a gente não pode?’. Toda hora abusando da autoridade. Nenhum momento ele falou para mim o que estava acontecendo. Já chegaram com um mandado de prisão. Gente, o que eu fiz? Nem um cachorro se trata assim como eles me trataram. Isso está injusto, é uma injustiça. Por que? Só porque eu estava em um apartamento? Só porque eu sou branca e loira ninguém vai ficar do meu lado?”.

Natacha continuou:

“Inclusive, o delegado, quando cheguei lá, falou: ‘Ah, essa patricinha’. O delegado me tratou igual a um animal. Me deixou em um lugar escuro, algemada. Falei: ‘Por favor, posso tirar a algema?’. Ele: ‘É, você está se achando, sua patricinha. Você está me tirando. Quem você pensa que é?’. Falei que não pensava ser ninguém. Eles entraram no apartamento sem mandado sem nada. Pode isso? Claro que não pode. É um abuso de autoridade”.

Leo Dias perguntou se só ela havia sido levada à delegacia e ela respondeu: “Engraçado, por que só eu fui levada? Está muito estranho”.

A bailarina também afirmou, com certeza, que irá processar o Governo do Estado de Santa Catarina porque não houve desacato e nem agressão como foi alegado no Boletim de Ocorrência:

Isso está errado. O guarda me enforcou. Em nenhum momento eu poderia estar li naquela situação. Eu só estava segurando meu celular. Eu estava muito assustada [...] Não houve desacato, não houve agressão. Estou toda roxa. Tenho marcas dele. Meu pescoço está roxo. Ele agiu de má-fé. E se ele tivesse me sufocado e eu estivesse morta? Aí ninguém iria falar nada. Será que alguém iria falar alguma coisa? Por que o policial fez isso? Qual o motivo?”.