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Giovanna Gold explica crise de choro após relembrar a época de Pantanal: “Recebi carinho”

Após onda de boatos, a atriz Giovanna Gold, que interpretou a Zefa na primeira versão, relembra os bastidores da novela

Luisa Scavone Publicado em 05/08/2022, às 07h40

Giovanna Gold desabafa sobre polêmica - Divulgação/ TV Globo e Estudio DKER
Giovanna Gold desabafa sobre polêmica - Divulgação/ TV Globo e Estudio DKER

Recentemente a atriz Giovanna Gold, que interpretou Zefa na primeira versão da novela Pantanal, surpreendeu os fãs ao surgir nas redes sociais chorando. Em conversa com a CONTIGO!, ela contou como se sentiu ao ver fofocas da época voltarem a tona e relatou que um episódio doloroso.

A atriz conta que após a estreia do remake da trama, só era procurada pela imprensa para falar sobre seu suposto affair com o ator que interpretou o peão Tadeu, seu par romântico - e não sobre seu trabalho como atriz, algo que ela teria muito para dizer.  

“Apesar da entrevista ser ótima, o título, o gancho era invalidante”, explicou. “Meu mérito é de ter feito sucesso sob a direção de Jayme Monjardim, na Manchete, em uma novela que a TV Globo recusou. E que pela primeira vez se trocou de canal em uma época que não havia controle remoto”.

Emocionada com a situação, Giovanna Gold apareceu chorando nas redes sociais, mas conseguiu lidar com a situação ao receber amor. “Recebi muito carinho. Não sou só eu que sente”, afirmou. Por causa disso, decidiu enxergar uma “vida fora da TV”, e agora está focando em seus novos trabalhos no teatro: Casal Tik & Tok, com a Cia. Satyros, Uísque na varanda, leitura dramatizada de Lydia Guilhermo e o monólogo GALA, escrito sob a supervisão de Camilla Amado. “Depois desse viral, sou transparente, tive o insight e me livrei daquele ressentimento”, afirmou.

Assédio nos bastidores

Em entrevista exclusiva, ela ainda relembrou o assédio que sofreu durante as gravações de Pantanal, assunto que foi abafado na época. “Não foi a primeira e nem será a última. Sempre têm: ‘o véio babão’, ‘a falsa fofa’, ‘a ensaiada’, o ‘histriônico e o histérico’ em uma jornada”, relatou, sem citar nomes.

Ela ainda contou como enfrentou a situação: “Lidei como sempre lido, com profissionalismo”. Após ser direta e reta, ela contou que o clima ficou pesado, mas foi rompido por uma ideia inusitada. “Para aliviar, pedi uma carona, porque assim poderíamos dialogar”, contou. Mas o caminho, que sairia de Niterói para a zona sul do Rio de Janeiro, até chegar no bairro da Urca, onde a atriz morava, foi bem mais longo.

“O mala, Deus o tenha, da ponte, pegou linha amarela, Projac, Barra, São Conrado, Leblon, Ipanema, Copacabana e me deixou na porta de casa. Agradeci”, relembrou.