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BBB / POLÊMICA

BBB21: Equipe de Carla Diaz detona relacionamento com Arthur e questiona críticas à atriz: "Mulher sempre é alvo"

O envolvimento da atriz com o instrutor de crossfit está sendo apontado como um relacionamento abusivo

Redação Contigo! Publicado em 20/03/2021, às 08h24

Equipe de Carla Diaz detona relacionamento com Arthur e questiona críticas à atriz - Reprodução/TV Globo
Equipe de Carla Diaz detona relacionamento com Arthur e questiona críticas à atriz - Reprodução/TV Globo

Pela primeira vez, a equipe responsável pelas redes sociais de Carla Diaz resolveu se pronunciar sobre o envolvimento da atriz com o instrutor de crossfit Arthur Picoli, que muitos acreditam ser um relacionamento abusivo. 

Em nota oficial, a equipe afirmou que o comportamento da loira está abrindo um importante debate e reflete o comportamento de muitos homens e mulheres na sociedade. 

"Ver o comportamento da Carla está gerando um incômodo no público, em especial, no feminino. Colocar em discussão esse tema é um avanço para nós enquanto sociedade. E o BBB é um convite para discutirmos comportamentos sociais.".

No entanto, eles destacaram que as críticas que a atriz está recebendo são incoerentes, já que muitas pessoas já passaram por relacionamentos parecidos e que ela está sendo alvo de comentários negativos, mas está envolvida amorosamente. 

"Por que é a mulher que vira sempre o alvo? Por que a culpa é sempre dela? Falamos sobre sororidade, empatia... E tantas coisas lindas, mas é difícil vê-las na prática, nas redes sociais. Acolher, abraçar, unir... São pilares da luta feminista. É preciso que todos reflitam sobre o que falam e escrevem.".

Vale lembrar que nesta sexta-feira (19), Carla foi completamente ignorada por Arthur após permanecer mais de 9 horas na prova do líder. O instrutor de crossfit se incomodou após ela fazer dupla com Fiuk, chegando a comer de pé para não sentar na mesma mesa que ela. 

Leia a declaração na íntegra:

Olá! Somos a equipe da Carla.
A gente assiste ao BBB 24h. E nós também temos a nossa opinião sobre um dos principais assuntos: a vida afetiva da Carla na casa. Não nos manifestarmos até agora, foi uma escolha, mas decidimos falar. Afinal, não é só sobre a Carla. É sobre todas as mulheres.

Ver o comportamento da Carla está gerando um incômodo no público, em especial, no feminino. Colocar em discussão esse tema, é um avanço para nós enquanto sociedade. E o BBB é um convite pra discutirmos comportamentos sociais. Até aí, ok.

Mas nos pegamos analisando o julgamento e a desvalorização da Carla por ter se permitido viver um relacionamento no BBB. Foi uma decisão dela e, dentro de todas as dificuldades lá de dentro e pessoais, apenas a Carla pode falar mais.


Não sabemos o quão solitária ela se sentiu ou se sente. Quase todos lá dentro buscaram suas duplas, seus parceiros, seu colo. E lá, cada um tem o seu recorte da realidade. Eles não têm a visão que nós temos aqui de fora.

O público vê tudo! Eles não! São muitos os julgamentos. São muitas as teorias.

A pergunta aqui é: por que esse comportamento da Carla incomoda tanto? Acho que muita gente já passou ou passa por uma situação semelhante. E dói, machuca. Em rede nacional, mais ainda. Estamos falando de sentimento, de emoção...E, muitas vezes, deixamos a razão de lado.

O que vemos nas redes são comentários culpando a Carla:
- Mas será que ela não enxerga?
- ela é muito burra!
- Que mulher trouxa!

Por que é a mulher que vira sempre o alvo? Por que a culpa é sempre dela? Falamos sobre sororidade, empatia...E tantas coisas lindas, mas, é difícil vê-las na prática, nas redes sociais. Acolher, abraçar, unir...São pilares da luta feminista. É preciso que todos reflitam sobre o que falam e escrevem.

Gritar, xingar, humilhar, desmoralizar? Esse é o caminho mais fácil, afinal são séculos reproduzindo esse tipo de comportamento, ao quais as mulheres já enfrentaram caladas por muito tempo. Acabou! Não é certo esse tiro ao alvo. Nem de dentro, nem de fora.

Fica a reflexão: Quando uma mulher está fragilizada, em sua cegueira ou não, o caminho mais fácil é o caminho justo de ser feito?