Direto de ‘Segundo Sol’: Roberval transforma o pai, Severo, em seu motorista particular

O ricaço compra o casarão do pai e exige que os parentes virem empregados em troca de um teto e comida

segunda 3 setembro, 2018
O milionário reúne a família para contar que é o novo dono da mansão dos Athayde
O milionário reúne a família para contar que é o novo dono da mansão dos Athayde Foto:Divulgação Globo

Quando a gente acha que Roberval (Fabricio Boliveira) chegou ao ápice de sua vingança... A partir do capítulo de amanhã (segunda 03), ele conclui a compra da mansão de seu pai, Severo Athayde (Odilon Wagner), usando um ‘laranja’. “Assim que terminar de ver a casa, faça logo uma oferta, Maurício, tira uns dez por cento pra não dar muito na vista. O velho vai aceitar na hora”, instrui o vilão pelo celular. Já no lar dos Athayde, Edgar (Caco Ciocler) e Karen (Maria Luísa Mendonça) estão estarrecidos, Zefa (Claudia Di Moura) muito triste, Manu (Luísa Arraes) tonta e Severo mantendo a fleugma habitual, enquanto sua casa é visitada. Assim que o possível comprador sai, Edgar desaba: “A casa onde eu nasci, onde eu cresci e criei as minhas filhas! Como é que o senhor tem coragem de se desfazer assim, sem nem ao menos comunicar a gente?” Mas o ex-milionário não está nem aí para o sofrimento do filho. Se você tivesse ficado no seu emprego, nós teríamos pelo menos como pagar as contas...”, ironiza. Edgar, então, não suporta mais tanta humilhação e vomita anos de rancor. "Deve ser uma doença essa sua incapacidade de amar, de ter sentimentos! Um psicopata, é o que o senhor é! Insensível! Um bloco de gelo por fora, mas cheio de ódio e rancor por dentro, não bastou ter perdido tudo agora vai perder também a casa onde a gente mora, vai deixar sua família sem teto”, grita ele. Furioso, Severo manda o filho calar a boa e levanta a mão para esbofeteá-lo. Só que Zefa é mais rápida e segura o braço dele, gritando com força: “Você não vai bater no seu filho! No meu filho!”. Todos ficam estarrecidos. Mas de nada adianta a coragem da empregada.


Alguns dias depois, vem a bomba. A casa foi vendida e a qualquer momento o novo proprietário irá se apresentar à família. É quando entra Roberval na maior cara de pau. “Olá, como vão vocês?”, debocha. “Como você entrou aqui”, pergunta Edgar. “O vô deve ter deixado a porta aberta!”, supõe Rochelle (Giovanna Lancellotti). “Estava bem trancada, mas eu tenho as chaves dessa casa!”, mostra Roberval, para a fúria de Severo, que culpa Zefa por ele ter invadido seu espaço. “Vejam só, a criadagem continua levando culpa por tudo que acontece nessa casa, será que nada muda por aqui? Não foi a Zefa, foi o Maurício, meu laranja nessa transação que o senhor acaba de fazer!) Eu sou o verdadeiro comprador! Essa casa agora é minha!”, comunica Roberval. E ele não economiza em sua metralhadora de desaforos contra os parentes: “Quem diria, né, doutor Severo, o filho negrinho da empregada, o bastardo enjeitadinho deu a volta por cima e hoje é dono até da sua casa! Ah, sim, não trouxe o dinheiro em espécie como prometido, mas trouxe o cheque. Aqui!  Cinco milhões pela compra desta casa”. Mesmo chocado, Severo tenta pegar o cheque, mas é outra armadilha do filho bastardo. “Ah, sim! Eu não preciso nem lhe entregar o cheque, ele já fica comigo pra pagar parte das dívidas que eu também comprei do senhor (rasga o cheque). Sim, eu comprei até suas dívidas, não é impressionante? Todas elas! Mais de cem milhões em dívidas, entre empréstimos, contas e impostos atrasados a indenizações de funcionários e clientes da sua construtora falida! Agora o senhor só deve pra mim! O senhor vai passar o resto de seus dias como meu devedor. E eu como seu cobrador”, lista ele.

“Parabéns, você venceu, Roberval! Conseguiu acabar de vez com essa família! É isso, gente! Fim de linha! Agora é cada um por si!”, reconhece Severo. Karen se desespera e diz que terá de levar as filhas para dormir com ela na sarjeta. “Tio Roberval não vai deixar a gente ir pruma sarjeta, vai, tio? Somos sua família, temos o mesmo sangue!”, suplica Rochelle. Roberval se diverte com o caos estabelecido. “Vamos lá, minha gente, quem mais vai entrar na fila dos pedintes, Rochelle se adiantou, é a primeirona a se humilhar diante de mim! Essa família nunca foi minha. Nunca quis que eu fizesse parte dela, nunca foi sua também, minha mãe, coitada de você de acreditar nisso... mas foi escolha sua, você escolheu ficar com eles, não sou um filho ingrato, vou deixar que continue sendo a criada da família!  E em sua consideração, minha mãe, já que considera essa gente sua família, estão todos convidados, podem ficar aqui. Serão meus hóspedes. Rochelle e Karen terão que trabalhar, já sabem como eu gosto que uma casa seja mantida, quanto a Edgar e Severo, depois eu penso numa função pra eles”, avisa ele. Manu faz que vai esganar o tio, mas Edgar a segura.

Altivo, Severo tenta impor respeito, com a arrogância e preconceito que lhe é peculiar. “Eu não vou participar desse espetáculo ridículo e deprimente! Um negro sentado no lugar do dono da casa dando ordens à minha família?!”, garante. “Está nas suas mãos, Severo. Se não se sentar eu expulso todos daqui. Inclusive você, todo mundo na rua! É isso mesmo o que quer? Há quantos anos dorme naquela cama grande e confortável, cheia de travesseiros que a Zefa afofa e põe no sol todo dia?  Vai trocar tudo isso aqui por um banco imundo de praça? Qual a sua escolha? Vai ficar aí de pé quanto tempo? Minha paciência tem limite! Se não vai se sujeitar às novas regras desta casa, que agora me pertence, pode pegar sua trupe e ir embora daqui!”, grune o novo chefe dos Athayde. Sem saída Severo acata a ordem e descobre sua nova função na família: motorista particular de Roberval.

Jorge Luiz Brasil
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